domingo, 13 de maio de 2012

ED05 - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO

A filosofia da educação é um ramo do pensamento que se dedica à reflexão sobre os processos educativos, à análise do sistema educativo, sistematização de métodos didáticos, entre diversas outras temáticas relacionadas com a pedagogia. O seu escopo principal é a compreensão das relações entre o fenômeno educativo e o funcionamento da sociedade.
Ela  preocupa-se com a problemática educacional que ocorre em todos os segmentos da sociedade pois trata-se, com efeito, de Filosofia da Educação e não simplesmente de Filosofia porque neste caso a filosofia se esvaziaria; não também da Educação sem postura reflexiva porque neste caso a Educação não seria um processo intencionalmente conduzido.
 A Filosofia oferece a reflexão para auxiliar nos problemas educacionais que desafiam educadores, políticos, pais e a sociedade, como um todo. De outro lado, a Educação, entendida num conceito amplo, oferece à Filosofia problemas que se tornam cada vez mais complexos, inesperados e incertos como a miséria, a fome, a violência, a corrupção, o individualismo, a concorrência, a perda dos valores, a exclusão social e o analfabetismo. Apesar dos avanços da ciência, das novas tecnologias, exigindo o novo “perfil” da sociedade de um modo geral, persistem os velhos problemas acima citados, orientando e desorientando a conduta e a educação do cidadão. Para esses problemas, que na verdade são históricos e desafiam a atualidade, a Filosofia da Educação contribui com um projeto filosófico.
Nesse sentido, o projeto filosófico para a educação da atualidade visa tentar recuperar a falta de rumo e direção que a sociedade vem sofrendo, dadas as exigências dos novos tempos, em que tudo se torna mercadoria, ou seja, produto descartável e com prazo de validade. A título de ilustração, os produtos eletrônicos, a TV, o celular, o vídeo, tudo vira produto descartável. É contra essa lógica que persiste e insiste em fazer da própria vida do homem um produto descartável que a Filosofia da Educação procura problematizar e dar-lhe outro sentido, outra finalidade.
A Filosofia da Educação contribui com alguns questionamentos. Considerando as exigências do século XXI, que tipo de homem a sociedade está educando. Na verdade, podem-se antecipar várias interpretações que a seguinte afirmação nos reservaria: o quê, a quem e como ensinar dependem do “perfil” de cada ser humano que se pretende formar, que modelo de ser humano se tem em mente.
 
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO. Disponível no material didático: Filosofia da Educação (JARDIM, et al, 2011) - Unidades I e V; - http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_educa%C3%A7%C3%A3o. Acesso: 13/05/12.  

AVA05 - TEORIA DOS DOIS MUNDOS


A teoria dos dois mundos (“mundo sensível e mundo inteligível ou mundo das idéias”) destaca-se como o cerne do pensamento platônico.
O pensamento cartesiano nos remete e nos faz admitir um dualismo, um momento de divisão de  dois mundos: de um lado, o mundo dos corpos sensíveis e extensos, que possuem grandeza espacial e que podem se tornar conhecidos através da matemática pura (da ciência); do outro lado, o mundo racional, cuja essência é o próprio pensar.
Platão defendia o Inatismo, nascemos como princípios racionais e ideias inatas. A origem das ideias segundo Platão é dado por dois mundos que são o mundo inteligível, que é o mundo que nós, antes de nascer, passamos a ter as ideias assimiladas em nossas mentes. Quando nós nascemos no mundo conhecidos por todos, o mundo em que vivemos, denominado por Platão como mundo sensível nós já temos as ideias formuladas em nossas mentes mas muito guardadas que para serem utilizadas  é necessário “relembrar” as ideias já conhecidas através do mundo inteligível.
Para Platão existem quatro formas ou graus de conhecimento que são a crença, opinião, raciocínio e indução. Para ele as duas primeiras podem ser descartadas da filosofia pois não são concretas, sendo as duas últimas, as formas de fazer filosofia. Segundo Platão, tudo se justifica através da matemática e é através dessa que nós chegamos a verdadeira realidade. Para ele, o conhecimento sensível (crença e opinião) é apenas uma da realidade, como se fosse uma visão dos homens da caverna do texto “Alegoria da Caverna” e o conhecimento intelectual (raciocínio e indução) alcança a essência das coisas, as ideias.
A teoria dos dois mundos, apresentada por Platão, é sem dúvida, um grande marco para a Filosofia.


TEORIA DOS DOIS MUNDOS. Disponível nas Unidades I e V, do material didático: Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011) Acesso em:  13/05/2012.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

AVA04 - TEORIA DA MAIÊUTICA

A TEORIA DA “MAIÊUTICA” DEFENDIDA POR SÓCRATES

 “Maiêutica” (em grego “parto das idéias”), cujo objetivo é possibilitar ao homem, o conhecimento de si mesmo. É um método próprio de análise filosófica. É um método desenvolvido por Sócrates. A “maiêutica”, Consiste em “fazer perguntas e analisar as respostas de maneira sucessiva até chegar à verdade ou contradição do enunciado”. Desta forma, este método faz com que as pessoas comecem a pensar a partir daquilo que não conhecem, ou seja, pela ignorância. Daí a sua famosa frase: “eu só sei que nada sei”.
Sócrates, quando remonta à maiêutica como arte filosófica, não apenas cria um problema posterior, como encontra sérias dificuldades em seu tempo para contrapor o propósito sofista da verdade alcançada pela retórica, então sugere que a verdade está no interior do homem.
A  Maiêutica  "É o método que consiste em parir idéias complexas a partir de perguntas simples e articuladas dentro de um contexto. É a técnica através da qual se consegue observar como é que uma ciência desconhecida se transforma progressivamente em uma ciência conhecida. No entanto, no diálogo Protágoras, a maiêutica não aparece. Segundo Platão, Sócrates fora buscar a sua arte da maiêutica a sua mãe que era parteira.
            Na Grécia clássica só as mulheres que já não podem dar à luz estão autorizadas a ajudar ao parto das outras. Sócrates considerava a sua arte como a arte de parturejar; só que agora são homens que dão à luz e é do parto das suas almas que se trata.  Sócrates revelava aos outros, aquilo que eles próprios sabiam sem de tal terem consciência. Ele pretendia que o seu questionamento sistemático levasse os outros a um ponto crucial de consciência crítica, procurando a verdade no seu interior,
A maiêutica baseia-se na idéia de que o conhecimento é latente na mente de todo ser humano, podendo ser encontrado pelas respostas a perguntas propostas de forma perspicaz.


TEORIA DA “MAIÊUTICA”. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mai%C3%AAutica e nas Unidades I e IV, do material didático: Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011) Acesso em:  10/05/2012.


quarta-feira, 9 de maio de 2012

AVA03 - MÉTODO PEDAGOGIZADOR

MÉTODO “PEDAGOGIZADOR” E A PRÁTICA EDUCACIONAL
VOLTADA PARA INTERSUBJETIVIDADE.

O modelo de conhecimento baseado na perspectiva da razão instrumental promoveu uma educação com estilo “pedagogizador”, que se resume a instruir, reproduzir um tipo de conhecimento que não é irrelevante para as reais necessidades do aluno. Essa postura de educação está a serviço de uma sociedade mercadológica e tecnocrática. Seus críticos vem tentando superar o estilo “pedagogizador” da educação. Lentamente, a educação vem se constituindo sob um novo discurso pautado pela transformação, mas ainda caminha sob a sombra do modelo “pedagogizador”. No Brasil, os desafios são enormes, porém contornáveis se forem adotados políticas educacionais adequadas, comprometidas com uma efetiva emancipação do sujeito.
A partir da Teoria da Ação Comunicativa, pode-se conceber o espaço da escola, como o lugar de exercitar a intersubjetividade entre aluno/professor/escola/família e comunidade, com o intuito de discutir os rumos da sociedade, isto é, a partir do momento em que os indivíduos perceberem como sujeitos e atores sociais, poderão pensar que a sociedade pode ser de outra maneira, e agir de outra maneira, refletindo  sobre os problemas da sociedade, interpretando, participando, dialogando, enfim, buscando o consenso em torno dos interesses comuns.
 A prática da intersubjetividade segundo a proposta da Teoria da Ação Comunicativa permite a conciliação de dois mundos: o mundo do sistema e o mundo da vida, onde a teoria e a prática estão interligadas através de ações concretas, numa dinâmica comunicativa entre os atores envolvidos visando novas racionalidades. Nesse sentido, um modelo de educação calcado na intersubjetividade é o mais apto para a construção de pessoas realmente esclarecidas, criativas e autônomas. É papel da educação, compreender essas dificuldades e propor mudanças,  precisando ser revista com urgência.   
Ao falarmos de uma educação guiada pela intersubjetividade, temos em vista a valorização social, política, econômica e ética de uma reflexão sobre os rumos da educação na complexidade das sociedades contemporâneas. A educação deve contribuir significativamente com o processo de desenvolvimento do aluno a partir da interpretação e análise crítica dos fenômenos culturais do seu cotidiano, levando-os ao exercício de uma prática de saber construtivo à sua vida.
 



Método Pedagogizador. Disponível nas Unidades I e IV, do material didático: Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011) Acesso em:  09/05/2012.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

ED04 - FILOSOFIA MODERNA

                                       
           A desintegração das estruturas feudais, as grandes descobertas da ciência e a ascensão da burguesia assinalam a emergência do Renascimento. Em contraste à filosofia medieval, dogmática e submissa à Igreja, a filosofia moderna é profana e crítica. Representada por leigos que procuram pensar de acordo com as leis da razão e do conhecimento científico, caracteriza-se pelo antropocentrismo - que considera o homem o centro do Universo - e pelo humanismo. O único método aceitável de investigação filosófica é o que recorre à razão. René Descartes, criador do cartesianismo, é considerado o fundador da filosofia moderna. Ele inaugura o racionalismo, doutrina que privilegia a razão, considerada alicerce de todo o conhecimento possível. Ao contrário dos antigos pensadores que partiam da certeza, Descartes parte da dúvida metódica, que põe em questão todas as supostas certezas. Ocorre a descoberta da subjetividade, ou seja, o conhecimento do mundo não se faz sem o sujeito que conhece. O foco é deslocado do objeto para o sujeito, da realidade para a razão ("Penso, logo existo") Além do racionalismo, as principais correntes da filosofia moderna são o empirismo e o idealismo, movimentos que têm relação com a ascensão da burguesia e com a Revolução Industrial.
             No século XVII, o inglês Francis Bacon esboça as bases do método experimental, o empirismo, que considera o conhecimento como resultado da experiência sensível. Na mesma linha estão Thomas Hobbes, John Locke e David Hume.
             O racionalismo cartesiano e o empirismo inglês preparam o surgimento do iluminismo no século XVIII. Immanuel Kant deseja fazer a síntese do racionalismo e do empirismo a partir de uma análise crítica da razão. Supera esses dois movimentos ao afirmar que o conhecimento só existe a partir dos conceitos de matéria e forma: a matéria vem da experiência sensível e a forma é dada pelo sujeito que pensa.
             O idealismo consiste na interpretação da realidade exterior e material a partir do mundo interior, subjetivo e espiritual. Isso implica na redução do objeto do conhecimento ao sujeito conhecedor. Ou seja, o que se conhece sobre o homem e o mundo é produto de idéias, representações e conceitos elaborados pela consciência humana. Um dos principais expoentes é o alemão Friedrich Hegel. Para explicar a realidade em constante processo,
              Hegel estabelece uma nova lógica, a dialética. Defende que todas as coisas e idéias morrem. Essa força destruidora é também a força motriz do processo histórico.
              O positivismo do francês Auguste Comte considera apenas o fato positivo como adequado para estudo. O método é retomado no século XX, no neopositivismo. Ainda no século XIX, Karl Marx utiliza o método dialético e o adapta à sua teoria, o materialismo histórico, que considera o modo de produção da vida material como condicionante da história. O marxismo propõe não só pensar o mundo, mas transformá-lo. Assim formula os princípios de uma prática política voltada para a revolução.
             No fim do século XIX, o pragmatismo defende o empirismo no campo da teoria do conhecimento e o utilitarismo (busca a obtenção da maior felicidade possível para o maior número possível de pessoas) no campo da moral. Valoriza a prática mais do que a teoria e dá mais importância às conseqüências e aos efeitos da ação do que a seus princípios e pressupostos.

Filosofia Moderna. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_moderna;
e  Unidade III, do material didático Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011). Acesso em: 03/05/12.

ED03 - RACIONALISMO, EMPIRISMO, CRITICISMO

Racionalismo

A presença de Descartes no cenário moderno marca  toda a história do pensamento filosófico. Ele delimita a modernidade: o surgimento do subjetivismo como apelo ao homem criador, dominador e conquistador da natureza – o homem pensante. Podemos dizer que Descartes, principal pensador da racionalidade moderna, iniciou seu projeto, afirmando que  só podemos conhecer a realidade pela razão, que  chamamos de Racionalismo -  corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio que é a operação mental, discursiva e lógica - corrente central no pensamento liberal que se ocupa em procurar, estabelecer e propor caminhos para alcançar determinados fins,  em nome do interesse coletivo que é a base  do racionalismo.
Para Descartes, a idéia de sujeito é o mesmo que: substância pensante, descobrindo com isso a posição do cogito (do pensamento), definindo-o como substância do sujeito. Descartes, consolida  a valorização positiva do indivíduo e de sua subjetividade como espelho do governo da razão. Para Descartes, a verdade está no interior do próprio sujeito: a certeza da consciência de si. Eu penso, logo existo, ou seja, o pensamento como condição para a existência.
Ele afirma que os sentidos se tornam um obstáculo e um limite à certeza garantida pela ciência. A construção da dúvida metódica vem justificar tal postura, já que não se deve confiar naquilo que é dado de forma mediata pela sensação. A percepção não nos dá segurança, e nos tornamos vítimas das ilusões provenientes do mundo ou das nossas fantasias fruto da imaginação.
A subjetividade em Descartes alcança um status, um grau de autonomia e liberdade para com a realidade exterior tornando-se, então, o modo privilegiado para pensar o sujeito e também o mundo.
 
  Empirismo

Na filosofia, o Empirismo é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das ideias. É a sabedoria adquirida por percepções; pela origem das ideias por onde se percebe as coisas, independente de seus objetivos e significados. O termo “empirismo” , literalmente, contato com algo. A experiência seria assim, uma apreensão da realidade externa através dos sentidos que forma a base necessária de todo conhecimento.
143Para Hume, não é, possível supor pensamentos ou idéias cuja origem não esteja numa ou num conjunto de impressões. Para ele há dois tipos possíveis de conhecimento. De um lado, o conhecimento obtido pela aplicação do raciocínio, pela construção de relações lógicas; o conhecimento das matemáticas, geometria e da própria lógica.  De outro lado, há o conhecimento que diz respeito a questões de fato, que busca expressar conexões e relações que descrevem ou explicam fenômenos concretos. Ele acredita que  as afirmações gerais, as leis, as regularidades que supomos descobrir com o conhecimento que reproduzimos sobre o mundo derivam de regras naturais
que operam na imaginação dos homens e que não há como estabelecer relações causais nem há como construir conhecimento sobre questões de fato, a não ser a partir da experiência.


Criticismo

O Criticismo  representa em filosofia, a posição metodológica própria do Kantismo. Caracteriza-se por considerar que a análise crítica da possibilidade, da origem, do valor, das leis e dos limites do conhecimento racional, constituem-se no ponto de partida da reflexão filosófica. Doutrina filosófica que tem como objeto o processo pelo qual se estrutura o conhecimento. Estabelecida pelo filósofo alemão Immanuel Kant, a partir das críticas ao empirismo e ao racionalismo.
Kant  conclui que o conhecimento só é possível pela conjunção das suas fontes: a sensibilidade e o entendimento. A sensibilidade dá a matéria e o entendimento as formas do conhecimento. O criticismo kantiano tinha como objetivo principal a crítica das faculdades cognitivas do homem, no sentido de conhecermos os seus limites. Em consequência dessa critica, foi levado à negação da possibilidade de a razão humana conhecer a essência das coisas.


FONTE DE PESQUISA:
- Racionalismo (René Descartes) - Empirismo (David Hume) -  Criticismo Kantiano. Disponível na       Unidade III do material didático, Filosofia da     Educação (JARDIM, BORGES & FREITASl, 2011).  
- Racionalismo. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Racionalismo. Acesso: 03/05/2012.
- Empirismo. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismo.  Acesso: 03/05/2012. 
- Criticismo Kantiano. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Criticismo.  Acesso: 03/05/2012. 

segunda-feira, 30 de abril de 2012

ED02 - PLATÃO E ARISTÓTELES

Platão exerceu uma grande influência na educação grega, tendo sido o mais importante discípulo de Sócrates. Ele foi o principal responsável pela transmissão escrita dos ensinamentos do seu mestre. Além disso, criou as suas próprias idéias, demonstrando possuir um notável zelo pelo saber.
Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental a sua ampla capacidade intelectual de tratar de diferentes temas, entre eles a ética,  a política, a metafísica e a teoria do conhecimento.
A sofisticação de Platão como escritor é especialmente evidente em seus diálogos socráticos; trinta e cinco diálogos e treze cartas são creditadas tradicionalmente a ele.
Embora não exista qualquer dúvida de que Platão lecionou na Academia fundada por ele, a função pedagógica de seus diálogos, eram ferramenta de ensino nos tópicos mais variados, como filosofia, lógica, retórica,  matemática, entre outros.


Aristóteles freqüentou a Academia de Platão, tornando-se seu discípulo.  Escreveu vários trabalhos científicos, a saber, A física, História Natural, As partes dos animais, etc. Sobre estética produziu duas grandes obras, intituladas Retórica e Poética. É considerado o criador do pensamento lógico
Fundou em Atenas, no ano de 335 a.C, a escola Liceu, voltada para o estudo das ciências naturais. Seus estudos filosóficos baseavam-se em experimentações para comprovar fenômenos da natureza. O filósofo valorizava a inteligência humana, única forma de alcançar a verdade. Fez escola e seus pensamentos foram seguidos e propagados pelos discípulos. Pensou e escreveu sobre diversas áreas do conhecimento: política, lógica, moral, ética, teologia, pedagogia, metafísica, didática, poética, retórica, física, antropologia, psicologia e biologia. Publicou muitas obras de cunho didático, principalmente para o público geral. Valorizava a educação e a considerava uma das formas crescimento intelectual e humano.
Ambos os filósofos tiveram, na Antiguidade, uma influência extremamente marcante. Seus pensamentos filosóficos e idéias sobre a humanidade tem influências significativas na educação e no pensamento ocidental contemporâneo. Ambos  partilham de teses decisivas sobre a natureza do conhecimento, do mundo e da ação: em grandes linhas; e sustentam uma perspectiva realista de cunho eminentemente racionalista

Pensamento  sobre a educação:
"A educação tem raízes amargas, mas os frutos são doces".
                                                                                    (Aristóteles)

Influência de Platão e Aristóteles na Educação Atual. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o;  http://www.suapesquisa.com/aristoteles/ e  Unidade I, do material didático Filosofia da Educação (JARDIM, BORGES & FREITAS at al, 2011) Acesso em:  29/04/2012.